Anjos, Arcanjos e Querubins. Na nobreza dos céus, que possam alcançar. Estrelas cadentes, brilhantes como sonhos. Colhidas, conduzidas na palma da mão, Guardadas num pote adornado de areias fina Juntos aí vão guardados eternamente... O nosso amor, a nossa canção!
LENDA OU VERDADE...
Com minaretes que se elevam ao céu e uma abóboda de mármore branco onde os raios de sol se refletem, o Taj Mahal evoca a grandeza do amor e a insignificância da vida. Mausoléu concebido por um imperador mongol chamado Shah Jehan para honrar a memória da mulher por quem um dia se apaixonara, o Taj Mahal exala uma serena magnificência, uma sensação de beleza imortal que não deixa ninguém indiferente. (…) Diz a lenda que certa manhã, no mercado do palácio, assim que a viu, seus olhos cravaram-se nela. Era muito bonita, como uma imagem saída de uma miniatura persa. Estava sentada atrás de uma barraca, cercada de sedas e contas de colares quando o príncipe se aproximou. Perguntou-lhe quanto custava um pedaço de cristal entalhado que brilhava entre um monte de pedraria. “Isso?... Você não tem dinheiro para pagar! É um diamante”, disse ela. Conta a lenda que Shah Jehan entregou-lhe então dez mil rúpias, que era uma quantidade exorbitante, deixando a garota boquiaberta. Talvez fosse seu desembaraço ou sua beleza: algo nela o cativara. Cortejou-a durante meses e no fim conseguiu casar-se com ela. Deu-lhe o nome de Mumtaz Mahal, “A escolhida do palácio”.
Sou assim... Sou mulher, Despojada como terra molhada. Na história de tanta gente. Chão batente, Por onde passo, por vezes chorando, Por demais contente! Nos meus olhos, Às vezes, brilho carente. No passado, pequenos segredos latentes. Enfeitados, descomedidos... novamente. Meus lábios, rubros, sedentos e beijados ! Como se fez, farei igualmente! De sorrisos e dor, Por vezes, lágrimas de amor. Soltas aos olhos, sobre a luz permanente! (Autor: Guerra Sarapião)
MENSAGEM
“Todos nós relembramos nosso primeiro amor e tentamos recapturar aquele estranho momento, cuja memória muda nossos sentimentos mais profundos e, nos faz tão feliz a despeito de todas as amarguras de seus mistérios.” (Kahlil Gibran)